ANAJURE apontou que a mensagem não pode ser rotulada como violação aos padrões da rede social
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| Foto: Reprodução Deposiphotos |
A Associação Nacional de Juristas
Evangélicos (ANAJURE) questionou, na última sexta-feira (20), o motivo de o
Facebook estar considerando “glória a Deus” como “discurso de ódio”.
Como foi denunciado pelo Gospel Prime no mês de junho, quando um pastor foi censurado
na rede social por comentar “glória a Deus”, outros usuários também tiveram
seus comentários rotulados como “discurso de ódio” pela plataforma digital.
O pastor Edson Stürmer, que lidera a
Igreja Aviva, na pequena cidade de Panambi, Rio Grade do Sul, teve um
comentário censurado no Facebook por escrever “Glória a Deus“.
De acordo com o pastor, o comentário
foi feito em uma postagem de amigos que celebravam a revelação de sexo de seu
bebê, que será um menino, quando o pastor fez o comentário e foi censurado.
Ao questionar o Facebook, a ANAJURE argumentou
que a mensagem é problemática, estando em desacordo com os parâmetros fixados
pelas normas internacionais, como o Pacto Internacional dos Direitos Civis e
Políticos (PIDCP), e pelo ordenamento jurídico brasileiro.
Além disso, a entidade diz que, no
caso em análise, não houve qualquer ameaça a direitos de terceiros, segurança
nacional, ordem pública ou qualquer elemento que poderia justificar a restrição
da liberdade de expressão e crença.
A entidade também afirma que a
mensagem que está sendo rotulada como inadequada não apresenta qualquer
elemento que possa caracterizar “discurso de ódio”.
(Moisés
da Costa Tavares) www.jornalaguaslindas.com.br
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