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Em atenção ao Plano Distrital de Educação, aprovado em 2015, o governo de
Brasília garantiu neste ano o cumprimento de uma das metas do programa: a
universalização do acesso de crianças de 4 e 5 anos às redes de educação
pública e conveniada do Distrito Federal.
Desde 2015, foram criadas cerca de 18 mil vagas, o
que suprimiu a demanda de pais que procuraram a educação pública via
Telematrícula (156).
Segundo o subsecretário de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação,
Fábio Pereira de Sousa, da Secretaria
de Educação, desde o início desta gestão foram criadas cerca de 18 mil
vagas.
O dado foi apresentado ao governador Rodrigo Rollemberg, na terça-feira
(23/05), em reunião de acordo de resultados com representantes da pasta de
Educação. “Toda a demanda de pais e responsáveis
que procuraram, via Telematrícula [156], por vagas em 2017 foi suprida”,
afirmou o subsecretário.
As taxas de abandono escolar do 1º ao 9º ano do ensino fundamental e do
ensino médio também alcançaram resultados positivos. As metas para 2016 foram
batidas. Do 1º ao 5º ano, que era de 0,61%, está em 0,35%. E a meta de 4%, do
6º ao 9º ano, está em 3,16%.
O ensino médio, com planejamento de 7,39%, está em 7,22%. “O motivo dessa melhora nas taxas deve-se
principalmente a projetos da secretaria que tornam a escola mais atrativa. O
aluno se sente parte do lugar”, disse Sousa.
Entre as iniciativas, o subsecretário cita a implementação da educação
integral. Das 778 unidades escolares no DF, 362 oferecem a educação em tempo
integral, o equivalente a 46,53%.
Só neste ano, a secretaria ampliou a quantidade de locais com ensino em
tempo integral com a inauguração de cinco centros de educação de primeira
infância (Cepis), 13 unidades de ensino médio e 17 escolas classes vinculadas
às cinco Escolas Parque.
No início deste ano letivo, 54.204 estudantes foram atendidos por esse
modelo de ensino. Com isso, o governo chegou a 13,11% da meta prevista para
2017. Até o fim do ano, o objetivo é chegar a 14,3%, ou seja, mais 5 mil
alunos. Isso representará cerca de 17 mil discentes a mais que em 2016
(42.216).
Outro motivo apontado para a redução da evasão escolar é a oferta de
cursos profissionalizantes, concomitantes ao ensino médio. Hoje, são cerca de
5.364 estudantes.
até o fim do ano, o governo espera abrir 1.358 vagas em 24 cursos
presenciais e quatro a distância. Isso se dará com a abertura de outras escolas
técnicas, como a do Guará, que está com as obras 95% executadas.
A previsão de entrega é agosto. A instituição, construída na QE 17/19, foi visitada, na
terça-feira (23), pelo governador Rodrigo Rollemberg.
Já no segundo semestre de 2017, será oferecido o curso de técnico em
finanças. A quantidade de vagas e os horários das aulas ainda não foram
definidos.
O prédio terá 12 salas de aula e cinco laboratórios — três de
informática e dois multiusos. A capacidade é para cerca de 2 mil alunos, com
investimento de R$ 11.683.146,29. Os recursos são do governo federal (R$
7.499.984,25), do financiamento do Banco do Brasil (R$ 1.111.234,20) e do
governo de Brasília (R$ 4.183.162,04).
(Renaro Cardozo/Agência Brasília)



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