Da redação
Na
primeira entrevista coletiva concedida após a vitória o governador, por
diversas vezes, ressaltou a importância de um trabalho conjunto entre todos os
agentes políticos para que o Estado cresça ainda mais e para que a população de
Goiás seja a principal beneficiada. Marconi está determinado a fazer como nas
gestões anteriores, transformando este discurso em realidade.
Ele
inclui a união não apenas prefeitos e parlamentares, mas também representantes
da sociedade civil organizada, entidades de classe e até instituições
religiosas, aos moldes do que ocorreu em seus últimos mandatos.
Na
prática, a união de forças apregoada por Marconi equivale dizer que a oposição
pode e deve contribuir ao atuar de forma propositiva e sem priorizar discussões
demagógicas. É fato que, nos dias atuais, a oposição pode ir muito mais além do
que simplesmente contestar tudo o que é capitaneado pelo governo do Estado.
Questiona-se, discute-se, debate-se e, acima de tudo, apresenta-se propostas
alternativas e que possam enriquecer ainda mais um determinado projeto de lei,
por exemplo. Isso sim, a despeito do papel que cabe à oposição, também
significa "união de forças".
Na
entrevista coletiva, quando já se sabia que a presidente estava reeleita,
Marconi foi enfático ao dizer que "jamais faltou com respeito a
presidente". "Continuaremos juntos, realizando parcerias para
desenvolver Goiás", acrescentou.
Isso
inclui, por exemplo, obras de pavimentação asfáltica de vias urbanas, repasse
de recursos para unidades de saúde municipais, além da compra de aparelhos,
construção de moradias populares, duplicação e iluminação de rodovias que
interligam vários municípios, reformas de escolas estaduais, entre tantas
outras ações, como os programas sociais, caso do Renda Cidadã e Bolsa
Universitária. No segundo turno, o número de prefeitos adversários que se
integraram ao projeto de reeleição de Marconi aumentou.



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