Há quem tenha medo de um governo militar, uma vez que vestem fardas. Nós comentaremos sobre o medo que devemos ter sobre os que vestem togas
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Da Redação
Emanuel Ely
Há por parte dos jornalistas
e, dentre eles não vamos destacar esquerda ou direita, mas o que o nosso país,
Brasil, vem percebendo. O povo tem se manifestado e contestado de todas as
formas possíveis, principalmente pelas redes sociais, o desrespeito à
Constituição Federal por parte de magistrados do Tribunal Superior Federal
(TSF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Parece haver uma intenção de desestruturação das
bases da democracia nacional. Senhores
Ministros, que são juízes, que por vezes, têm tomado atitudes que nos levam a
acreditar que querem governar e legislar sobre nós, sem levarem em conta que,
os nossos legisladores somos nós que escolhemos por voto nos pleitos
eleitorais. Ministros do TSE ou do TSF não são eleitos pelo povo, observando-se
que, o poder vem dele, do povo.
O que temos visto no cenário
atual, no Congresso, Poder Judiciário, Câmara dos Deputados, CPI e por aí à
fora, tem nos confundido com iniciativas que destoam na governabilidade da
nação, que estão explicitamente dispostas no que rege nossa Constituição
Federal.
O que nos deixa em dúvida
quanto ao caos instituído entre os poderes, é percebermos que os senhores ministros,
agora se acham no direito de investigar, acusar, serem ao mesmo tempo vítimas, condenar,
mandar prender e, não achando bastante, por último, resolveram exigir de uma
das plataformas virtuais mais usadas para vídeos, que os apoiadores do governo
atual, ou seja, os apoiadores de Jair Messias Bolsonaro, sejam penalizados
perdendo suas remunerações pelos serviços de informações prestados, com fatos
que constam na história recente do país ou, penalizar cidadãos e cidadãs por
suas opiniões pessoais quanto ao quadro político que vivemos.
Foi aberto contra o atual
presidente da República, Jair Bolsonaro, um inquérito acusando-o de um crime
que sequer existe no nosso Código Penal: crime de fake news. E, quando somamos
os resultados dessa equação, o que encontramos são prejuízos ao acesso dos
investidores estrangeiros, o que prejudica nossa economia, prejuízos a
segurança jurídica do nosso país, o medo e a revolta da população que vê e espera
que democracia conceda a ela, a população, o que lhe é devido: o direito
constitucional de expressar seus pensamentos e opiniões.
A Constituição manda que governantes
apontados por crime de responsabilidade fiscal, como foi o caso da ex-presidenta
Dilma Rousseff, percam o mandato e os direitos políticos por 8 anos, mas, o
Ministro Ricardo Levandowsk, que em 2016 presidiu a comissão de impeachment no
julgamento da ex-presidenta Dilma, acolheu o pedido de senadores Petistas e de
Renan Calheiros, para fatiar o julgamento e, nessa manobra no processo, ela saiu
beneficiada. Ela perdeu o cargo, mas manteve seus privilégios políticos. Pela
norma, ela deveria ter ficado impedida de concorrer a qualquer cargo político
até 2024, o que não aconteceu. Ao contrário, disputou campanha no pleito
seguinte a uma vaga como senadora por Minas Gerais mas, não foi eleita.
Esses desmandos vêm de um
passado recente Aldemir Bendini, ex-presidente
do Banco do Brasil e da Petrobrás, foi beneficiado por ministros do judiciário
na operação “lava jato”, dentre tantos outros que se viram beneficiados por uma
nova leitura dos ditames do nosso código penal, se valendo de que, “os réus
delatores não podem ser os últimos a falarem”.
Essa nova regra foi aplicada
retroativamente, anularam a sentença correta baseada rigorosamente no código
penal, pelo Juiz Sérgio Moro, e, a sentença foi anulada. Réu solto. Valeram-se
dessa manobra para apresentarem o argumento de que, mesmo condenado em segunda
estancia, os réus poderiam ficar soltos aguardando todos os recursos possíveis
da lei, ainda que fosse impossível recorrer da sentença de culpa.
Essa interpretação do
Transito e Julgado, foi criada para beneficiar também e principalmente, o ex-presidente
Luiz Inácio Lula da Silva, juntamente com vários outros presos da lava jato,
além de, traficantes, homicidas, estupradores e todos os tipos de marginais que
se possa pensar. Criminosos de todo o tipo e gênero que estavam condenados e
não tinham qualquer chance de reversão da sentença de culpa, então foram
beneficiados por essa nova artimanha jurídica.
Uma vez criminosos
condenados, apenas continuariam suas solicitações e petições, que iriam manter
seus processos atualizados mas, sem nenhuma relevância jurídica, que dirá
anulação da pena!
Estas decisões e tantas outras
que foram tomadas a benefício de alguns, é que levaram o nosso país a essa
insegurança jurídica atual.
Vem daí, a abertura dos
inquéritos dos atos antidemocráticos e inquérito de divulgação de fake news. A
prisão de ativistas políticos conservadores, do jornalista Oswaldo Eustáquio sem
condenação formal, e, a prisão de um deputado federal, Daniel Silveira, por
crime de opinião, desrespeitando a imunidade parlamentar que está prevista na
constituição, lembrando que o parlamentar pagou a fiança de R$ 100.000,00 e
continua preso. Mais recentemente o ex-deputado federal Roberto Jefferson foi
preso sob a mesma alegação por expressar opiniões pessoais.
Quanto aos inquéritos dos atos
antidemocráticos e das “fake news”, a Procuradoria Geral da República (PGR),
pediu para que o STF encerrasse as investigações mas, não foi atendida. Os
ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, surgiram com a narrativa de que
manifestações expressas em redes sociais, sejam elas por parte de cidadãos
comuns, empresas de publicidade, jornalismo profissional ou amador, ou mesmo
uma dona de casa comum que se baseiam nos fatos, dizendo o que pensam, o que
estudam e o que acreditam do desempenho dos Poderes, governo ou governantes,
ainda que por meio de redes sociais, agora são taxados de antidemocráticos e divulgadores de fake news;
espalham a desinformação. O STF agora imputa esses comentários ou críticas,
como crimes. “Crimes” que não se relacionam a nenhum ministro como pessoa, nem
a funcionários dos tribunais e sequer, dentro das dependências de uma dessas
instituições.
Lembrando que “fake news”
não é crime tipificado pelo código penal.
Mas, tais informações podem
ser acessadas no You Tube, Facebook, Twiter, Instagran, Sites, jornais Web,
blogs e todos os outros meios de comunicação de que dispomos atualmente, podem
também qualquer pessoa ou autoridade, acessá-los de dentro de qualquer
instituição federal, Poder Judicial, Poder Executivo, Poder Legislativo, Palácio
do Planalto, Palácio da Alvorada, ministérios que compõe a esplanada, enfim,
onde houver um computador ou similar, ou um aparelho celular com acesso à
internet, estas informações ou opiniões, estarão ao alcance de quem quer que
seja, para que comentem, divulguem, compartilhem, concordem ou discordem, ou
apenas assistam.
E não mais que de repente,
os 10 ministros do STF passaram a acreditar que têm a jurisdição do uso da
internet.
Muita gente tem sido perseguida,
veículos de imprensa foram censurados, pessoas e empresas tiveram a vida
vasculhada, bens apreendidos e pessoas presas.
E mediante o argumento, nosso
Presidente foi incluído nesse inquérito sob alegação de que ele teria mentido,
quando afirmou que o sistema do TSE foi invadido por hackers, apesar de
apresentar o inquérito feito pela Polícia Federal (PF), onde no mesmo, consta a
confissão do coordenador de tecnologia do próprio TSE afirmando que o sistema
foi realmente invadido.
E mais incríveis ainda, são
as manobras pelo ex-presidente Lula, para torná-lo elegível.
Solto ele já estava; mas
ainda condenado. Por isso, ficha suja e inelegível. É impossível inocentá-lo
com o flagrante de provas que depõem contra ele e são irrefutáveis. Foram analisadas
por mais de 10 juízes em 3 estancias e nem um desses juízes anulou sequer uma
sentença. Ao contrário disso, aumentaram as penas já impostas nas revisões
feitas nas sentenças proferidas.
Não o inocentaram, mas,
anularam as condenações. E ele por sua vez, sim, espalha por aí a “fake news”
de que é inocente. Não é.
Observação a tempo: essa “fake
news” do Lula e da militância de esquerda, de que ele tenha sido inocentado,
não foi incluída no inquérito das “fake news”. Afinal, tal afirmação não afeta
os ministros. Mas atinge todo o sistema eleitoral brasileiro, fere a democracia
e derruba a credibilidade nas nossas instituições e no judiciário. Mas para
isso eles fecham os olhos.
Também não foi considerada
“fake news”, a declaração do ex-presidente Lula de que o STF é covarde, não
foram decretadas buscas e apreensões nos celulares e computadores do ex-presidente
para vasculharem com quem ele andava conversando ou o que ele dizia. A PF não o
visitou ao raiar do dia por esse ato de completo desrespeito.
Quando afirmaram: - O
processo que compromete o ex-presidente Lula não poderia ter sido julgado em
Curitiba, porque este não era o foro adequado -, essa afirmação soa no mínimo
estranho, e vale ressaltar que só viram isso com anos de atraso, depois de
terem julgado inúmeros recursos impetrados pelos advogados do próprio
ex-presidente, ou por outros réus da mesma investigação. Com isso, um homem
condenado a mais de 20 anos de prisão, ganhou o aval para se candidatar a
presidente da república e goza de liberdade.
A indignação do brasileiro
trabalhador Mais recentemente, em dias
atuais, estamos vendo ministros do poder Judiciário agindo politicamente, o que
é proibido. É vetado aos senhores ministros o uso de atribuições
político-partidário. Mas, o que temos visto são acontecimentos políticos por
parte dos senhores ministros, escandalizando-nos com reuniões com líderes de
partidos, e isto acontecendo dentro do Congresso Nacional.
Especificamente, dois dentre
os 11, combatem formalmente a proposta de emenda à Constituição Federal, que
cria o voto impresso auditável para as eleições de 2022. Isso já foi aprovado
na Câmara por 3 vezes, mas, foi derrubado pela Justiça em outras ocasiões e
voltou a ser discutido prontamente e recentemente, e negado novamente.
Vale lembrar que o nosso
hoje Presidente, na ocasião atuava como deputado federal Jair Bolsonaro. Ele é
o autor do projeto de implantar urnas eletrônicas auditáveis. Na época, sugeria
uma impressora que atestasse o voto digital.
Os senhores ministros deram
então, prazo para que o presidente apresentasse provas das possíveis
violabilidades das urnas, e sim, o presidente não só cumpriu com os prazos como
também apresentou provas. Em uma live, juntamente com o ministro da Justiça
Anderson Torres, eles mostraram vários indícios de possíveis fraudes nas
eleições de 2014 e 2018. Isso após um
grande número de denúncias de profissionais de sistemas e processamento de
dados, apontando possíveis falhas nas urnas. A ponto do PSDB contratar uma
empresa de auditagem, que atestou que era impossível fazer auditagem nas urnas
eletrônicas.
Além disso, o presidente
Bolsonaro e o relator da PEC do voto auditável Felipe Barros, deram uma entrevista
revelando parte de um inquérito da Polícia Federal, que investigou uma invasão
haker no sistema do TSE.
Esse haker ficou por 6 meses
acessando o chamado código fonte, que dá acesso as urnas eletrônicas sem que
ninguém descobrisse. A história só veio a público, porque o haker escreveu um
e-mail a um site de tecnologia, escreveu no seu texto tudo o que havia feito,
descobrindo inclusive, senhas de funcionários e por sua vez, o site informou ao
TSE que pediu a PF a abertura do inquérito.
Para a PF, o coordenador de
tecnologia do TSE confirmou que o sistema tinha sofrido uma invasão, e, o pior
foi ter admitido que não tinha os arquivos para demonstrar por onde o haker havia
transitado no sistema. Ou seja, ao menos pode-se saber tudo o que ele pode ter
acessado. O TSE não só foi invadido, como apagou as provas que poderiam
confirmar o crime cometido.
E finalmente, quando nós,
povo brasileiro, mostramos que queremos votos transparentes e urnas confiáveis,
o TSE apresenta uma notícia crime contra o presidente acusando-o de “fake news”,
por supostamente ofender o presidente do TSE e espalhar notícias falsas.
Ao contrário da notícia
crime apresentada, o inquérito da PF não deixa dúvidas, ainda mais quando
amparadas as provas, pelas confissões de um funcionário do TSE e de um haker
invasor. Não há notícia falsa por parte do Presidente.
Na contramão de representar
o povo brasileiro, o presidente do Senado Rodrigo Pacheco, político eleito por
Minas Gerais, fingiu não ouvir o clamor da população no 1 º de agosto, ao
contrário, fez de conta não ver mais de 3 milhões de assinaturas apresentadas
apenas pelo senador Kajuru, e tão pouco as tantas outras milhares de
assinaturas em petições a favor das urnas eletrônicas.
Deputado Felipe Barros ao
Twiter: “- Estamos diante da maior
campanha de desinformação dos últimos tempos e o mais grave, promovida pelo
próprio TSE”.
Também no Twiter o comentarista
político Adrilles Jorge frisou: “- Barroso diz no Twiter que
Bolsonaro atropela a democracia e o processa por mentir que urnas são
violáveis. Inquérito da Policia prova que urnas são violáveis. Quem deve pagar
por ter mentido e atropelado a democracia? Depois que a mentira de Barroso veio
à tona? Soltaram o maior corrupto do país para ser candidato, cercearam o poder
do presidente, calaram e prenderam pessoas sem processo, agora querem prender e
tirar o presidente do poder porque ele falou de eleições limpas. O golpe está
dado. Só finge não ver quem dele participa. Sejamos claros, a justiça eleitoral
comandada pelo STF através de um inquérito ilegal e imoral, parece orquestrar
um golpe preventivo, contra um golpe imaginário do presidente. O poder
judiciário não pode atropelar 58 milhões de votos. A democracia corre risco”.
(Gazeta do Povo Conteúdo) www.diariodoplanalto.blogspot.com
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