Familiares solicitaram que fosse possível o retorno ao local do sepultamento para construir um jazigo de alvenaria
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| Foto Vítor Mendonça |
Sem um jazigo preparado, Lázaro
Barbosa, 32 anos, foi enterrado nesta quinta-feira (1°) em uma cova simples de
um metro de profundidade no cemitério da cidade de Cocalzinho, em Goiás. Do
lado de fora, apenas um pequeno morro de terra indica que houve um sepultamento.
Não há flores, placa, cruz ou nome que possam apontar o destino do homem mais
procurado pelas polícias de Goiás e Distrito Federal nas últimas semanas.
Lázaro foi sepultado três dias após a
captura, ocorrida na última segunda-feira (28). Na presença de poucos
familiares, o corpo do criminoso ficou aberto para a cerimônia fúnebre por
cerca de 30 minutos em uma sala do cemitério. Em seguida, foi levado ao jazigo.
Estavam presentes a esposa, a filha, um primo e uma prima.
Não compareceram, porém, o pai, a mãe
e o padrasto. Lázaro ficou isolado dos outros já falecidos da família, sendo,
portanto, o único sepultado em Cocalzinho. Ele seria enterrado junto ao irmão,
que está em um cemitério na cidade de Edilândia, mas o local atingiu lotação
máxima.
Todos os custos com o caixão, velório
e o traslado desde o Instituto Médico Legal (IML), na capital goiana, até
Cocalzinho, foram pagos pela advogada da família. O serviço fúnebre foi
prestado pela Funerária Bom Samaritano.
Segundo o coveiro que administra os
cemitérios da região, Fábio Almeida, os familiares solicitaram que fosse
possível o retorno ao local do sepultamento para construir um jazigo de
alvenaria, a fim de dar um local digno para a cova de Lázaro. Eles devem
retornar nos próximos dias com esse objetivo.
(J.Br)
www.jornalaguaslindas.com.br
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