“Resultado mostra que estamos no rumo certo, que fizemos o dever de casa”, destaca secretária da Economia, Cristiane Schmidt
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| Foto Secom Goiás |
Titular da Economia,
Cristiane Schmidt, explica que o Estado vem promovendo mais transparência aos
números do balanço e, em conjunto com os demais Poderes, cumprindo as determinações
legais com responsabilidade
O Tribunal de Contas do Estado (TCE)
aprovou, na quarta-feira (16/06), o Balanço Geral do Estado de 2020, segundo
ano do governo Ronaldo Caiado. O parecer pela aprovação, do relator Sebastião
Tejota, foi o voto vencedor, baseado pela área técnica do órgão, e não houve
ressalvas. Com ele votaram os conselheiros Celmar Rech, Saulo Mesquita e Helder
Valin.
“A aprovação das contas do Governo do
Estado, seguindo o voto do conselheiro Sebastião Tejota, sem ressalvas, foi
importante”, afirma a secretária da Economia do Estado de Goiás, Cristiane
Schmidt. “O resultado mostra que estamos no rumo certo, que fizemos o dever de
casa”, destaca. “Estabelecemos diálogo todo o ano com o TCE e realizamos uma
gestão ética, transparente e eficaz”, pontua.
Os conselheiros Carla Santillo e
Kennedy Trindade também votaram pela aprovação das contas e apresentaram
recomendações ao governo, que serão estudadas pela área técnica da Secretaria
da Economia.
Como destaque do relatório, a
secretária Cristiane Schmidt mostra o cumprimento dos gastos constitucionais
para a saúde e a educação. “Não apenas cumprimos a exigência, nós aplicamos
acima do limite”, informa.
O Estado aplicou 12,77% na saúde,
acima do limite mínimo constitucional de 12%. O mesmo aconteceu na educação
(25,24%).
A secretária liderou equipe que foi ao
TCE, em abril, entregar pessoalmente o Balanço Geral do Estado e os relatórios
do Controle Interno da CGE do ano passado, ao lado do controlador-geral,
Henrique Ziller, e técnicos da Economia. Foram recebidos pelo presidente Edson
Ferrari e pelo relator, Sebastião Tejota.
O superintendente contábil da Economia
e contador-geral do Estado, Ricardo Rezende, destaca que a aprovação das contas
de 2020 é resultado de um grande e integrado trabalho entre o Executivo, os
demais Poderes e órgãos autônomos que realizaram diversas ações para o
aprimoramento da qualidade da informação contábil e cumprimento das
determinações e recomendações apresentadas pela Corte de Contas.
“Esse trabalho conjunto demonstra uma
sólida evolução na gestão orçamentária, financeira, patrimonial e contábil do
Estado”, afirma Ricardo Rezende.
No que diz respeito à seis
determinações e 10 recomendações do TCE, a secretária Cristiane Schmidt diz que
são “questões pontuais, que serão atendidas em alinhamento ao tribunal e não
envolvem apenas o Executivo, mas outros Poderes e órgãos. Segundo avalia, “as
questões relativas ao Executivo vamos resolver com presteza para tornar ainda
mais transparentes os números do balanço”.
A elaboração do Balanço Geral do
Estado é uma obrigação legal e inclui as contas do Executivo, dos Poderes
Legislativo e Judiciário e de órgãos autônomos como Ministério Público (MP),
Tribunal de Contas do Estado (TCE) e Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). O
documento é construído em três eixos de análise: gestão orçamentária,
patrimonial e fiscal. Pela segunda vez, o Estado de Goiás fez a entrega
eletrônica de todos os documentos que compõem a prestação de contas.
A secretária da Economia afirma que
outro avanço registrado no balanço se refere aos Restos a Pagar (RAPs),
herdados da gestão anterior. Sobre esse tema, ela afirma que “desconsiderando o
grupo de despesas com juro e amortização, houve redução de 70% no saldo em
relação a 2018, último ano da gestão anterior, e de 45%, comparado a 2019”.
O relatório do TCE comprova que o
Estado, durante o exercício de 2020, cumpriu todas as metas da Lei de
Diretrizes Orçamentárias (LDO) em itens relativos à despesa com pessoal,
endividamento, operações de créditos e garantias, o que demonstra esforços do
governo em sua recuperação fiscal.
O parecer das contas relata que o
Estado “mesmo com a calamidade pública declarada, não utilizou os benefícios do
artigo 65 da LRF, que suspendia o cumprimento dos limites fiscais”, fato que
corrobora o compromisso estadual com sua gestão fiscal, completa Cristiane
Schmidt.
A partir da decisão do TCE, o parecer
será encaminhado à Assembleia Legislativa, a quem compete julgar as contas do
governo em definitivo, como prevê a Constituição Estadual.
Secretaria
de Estado da Economia – Governo de Goiás
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