Presidente participou de evento com investidores nacionais e estrangeiros, na manhã desta segunda-feira (31/5)
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| Foto J. do Comercio |
O
presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse, nesta segunda-feira
(31/5), que a economia brasileira já retomou o crescimento e a geração de
empregos.
O chefe do
Executivo federal discursou na abertura do Fórum de Investimentos Brasil 2021,
acompanhado pelo chanceler Carlos França e pelos ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos. “Como uma
das 10 maiores receptoras de investimentos estrangeiros diretos no mundo, a
economia brasileira já retomou o seu crescimento e geração de empregos”,
afirmou o titular do Palácio do Planalto, no início do pronunciamento. O evento é
organizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos
(Apex-Brasil), pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e pelo
governo federal, e segue até terça-feira (1º/6). Segundo o
mandatário da República, no evento deverão ser apresentados 60 projetos de
investimentos, com um valor de carteira estimado em cerca de US$ 72 bilhões.
Além disso, a partir das propostas desenvolvidas, espera-se que o país receba
aproximadamente US$ 50 bilhões em investimentos e gere 22 mil empregos entre
2021 e 2022. O chefe do Executivo federal
também falou sobre seu compromisso com reformas estruturantes para melhorar o
ambiente de negócios e defendeu acordos econômicos que conectem ainda mais o
país aos fluxos mundiais de comércio.
“Meu governo tem compromisso
com reformas e projetos estruturantes para reduzir o ‘custo Brasil’. Trata-se
de aperfeiçoar normas e políticas para melhorar o ambiente de negócios. Para
isso, desenhamos soluções tributárias que asseguram a estabilidade
macroeconômica em contexto de desafios orçamentários. Engajamos o setor
privado, nacional e estrangeiro, na solução de nossos conhecidos gargalos
logísticos e de infraestrutura. Queremos, a um só tempo, maior abertura e
liberdade econômicas, mais competição e maior estímulo à iniciativa privada,
reservando-se ao Estado, ao mesmo tempo, o papel que lhe cabe nas várias
políticas públicas essenciais ao desenvolvimento.”
Ele também voltou a
mencionar a intenção de que o Brasil passe a integrar a Organização para a
Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), grupo de países ricos
e em desenvolvimento que compartilham políticas públicas, da economia ao meio ambiente.
O Brasil solicitou
formalmente a entrada no grupo em maio de 2017, ainda no governo de Michel Temer. Desde então,
o país tem procurado adotar medidas para estar no foco dos membros da OCDE.
“Queremos nos tornar membros
da OCDE. Defendemos um sistema multilateral de comércio sem protecionismo,
fundamentado em regras. Por isso, buscamos fortalecer a OMC. Desejamos
intensificar a interação econômica com nossa região, o que significa um
Mercosul e uma América do Sul mais dinâmicos, livres e democráticos”, pontuou.
(Metrópoles) www.jornalaguaslindas.com.br
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