Preso no Distrito Federal o procurado Aldecir Tiago de Menezes, 37 anos, em entrevista aos policiais apresenta sua própria certidão de óbito
![]() |
| Foto G1 |
Num esquema organizado na cidade vizinha ao DF, Águas
Lindas de Goiás, O proprietário de uma funerária local, Ozéias Brito da Silva,
associado ao médico dr. Vilson Antonio Ferreira, facilitavam os atestados de
óbito, ao preço de R$ 10.000,00 cada, emitidos a bandidos e pessoas mal
intencionadas que a eles recorriam.
Aldecir Tiago de Menezes, procurado pela polícia há 3
anos por clonagem de veículos e já julgado e condenado a 25 anos de prisão, foi
o estopim dessa farsa. A polícia já desconfiava dessa “morte” uma vez que
Aldecir além de jovem também gozava de saúde plena. Sua estratégia era fugir da
pena condenatória se fazendo passar por uma pessoa falecida e assim, a extinção
da penabilidade legal. Conforme documento fraudado, Aldecir deveria estar
sepultado no cemitério de Cocalzinho munícipio de Goiás. Porém a polícia
investiga mais 35 casos de falsos óbitos e sepultamentos que deveriam ter
acontecido nesse mesmo cemitério, que a propósito não tem sequer, estrutura
para abrigar tantos corpos além de ser ilegal, uma vez que não há licença da prefeitura
de Cocalzinho para validar o cemitério. A polícia fazendo busca na residência do morto-vivo Aldecir,
encontrou diversos documentos falsos inclusive, uma nova carteira de
identidade. As investigações da Polícia concluem que não há participação
no esquema por parte dos cartórios de Águas Lindas de Goiás. Os crimes eram cometidos quando forjadas as
declarações do óbito e não na emissão de certidões. A polícia investiga a participação de mais dois médicos
nessa trama, o real número de pessoas que recorreram a esse esquema e, o dono
da funerária Ozéias Brito da Silva e o médico Vilson Antonio Ferreira estão
presos. |



Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.