O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) assinou nesta quarta-feira (31/3) a liberação das novas parcelas do benefício
![]() |
| Foto Notícias Concurso |
O
presidente Jair Bolsonaro (sem partido) assinou nesta quarta-feira
(31/3) a liberação das novas parcelas do auxílio emergencial, a partir do dia 6 de abril. A nova rodada será
paga de maneira automática, ou seja, independentemente de requerimento, desde
que atendidos os requisitos de elegibilidade em dezembro de 2020, mês da última
parcela antes da nova prorrogação.
Durante
transmissão ao vivo nas redes sociais na última quinta-feira (25/3), o chefe do Executivo federal havia informado que o
programa seria retomado no início de abril.
“Não há
necessidade de abrir novas contas, o que é importante para acelerar. Depois de
algumas semanas será possibilitado o saque”, explicou o presidente da Caixa,
Pedro Guimarães, durante cerimônia. “Todo o calendário tem esse racional: pagar
o mais rápido possível com o menor número de aglomerações”, completou.
O retorno
do benefício foi viabilizado com a promulgação, pelo Congresso Nacional, da PEC
Emergencial, que estipulou o valor de R$ 44 bilhões como teto para custear as quatro parcelas. Há cerca de
duas semanas, Bolsonaro assinou duas medidas provisórias que abrem caminho para
que o pagamento seja realizado.
O novo auxílio será em
quatro parcelas, com quantias específicas, conforme o perfil de quem recebe. O
valor médio dessa rodada é de R$ 250, mas pode variar de R$ 150 a R$ 375, a
depender da composição de cada família.
Segundo o governo, o
recebimento do auxílio emergencial 2021 está limitado a um beneficiário por
família. A mulher provedora de família monoparental receberá quatro parcelas
mensais na quantia de R$ 375,00. Na hipótese de família unipessoal, o valor do
subsídio será de R$ 150,00.
O benefício em 2020
Em 2020, o auxílio
emergencial socorreu 68 milhões de cidadãos diretamente, totalizando um gasto
público sem precedentes, que atingiu montante superior a R$ 300 bilhões em
pagamentos. Os beneficiados receberam ao menos cinco parcelas de, no mínimo, R$
600.
Em
setembro, o governo decidiu prorrogar o auxílio até dezembro no valor de R$
300, mas redefiniu as regras e só 56% dos aprovados fora do Bolsa Família
tiveram direito a receber mais quatro parcelas extras.
(Metrópoles)
www.jornalaguaslindas.com.br



Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.