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Mulher presa em Aparecida de Goiânia suspeita de queimar o corpo do filho recém-nascido

Mulher alegou à polícia que o filho era natimorto; corporação foi acionada pela família da suspeita e a prendeu por ocultação de cadáver



Foto Diário de Goiás Ilustrativa

Uma mulher de 32 anos foi presa nesta quarta-feira (10/3), suspeita de queimar o corpo do próprio filho após dar à luz. O caso ocorreu em Aparecida de Goiânia, na região metropolitana da capital goiana. A Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Aparecida, investiga se o bebê estava vivo no momento do crime.

 

Segundo informações da corporação, ao ser interrogada, a mulher alegou que o filho nasceu morto e, por esse motivo, teria colocado o bebê dentro de uma caixa, no quintal de casa e colocado fogo em volta.

 

De acordo com a PC, a mãe da suspeita declarou que o bebê nasceu no dia 1º deste mês. A família da criança acionou a polícia, depois de perceber que a mulher não estava mais grávida, mas que também não havia um bebê.

 

A delegada responsável pelo caso, Bruna Coelho Soares, disse que familiares apontaram uma rejeição da suspeita em relação à gravidez. “Durante toda a gravidez, a família perguntava da barriga para ela [a mãe] e ela negava que estivesse grávida. Quando foi agora, uma parente encontrou ela, sem barriga e sem bebê. A família descobriu e acionou a polícia. Fomos até o local e vimo o local, que estava bem carbonizado”, afirmou.

 A mulher foi presa pelo crime de ocultação de cadáver, com pena de até três anos de reclusão. No entanto, ela pagou fiança e responderá em liberdade. Segundo a equipe de investigação, como o bebê nasceu há dias, não foi feito flagrante por homicídio ou infanticídio.

 “Ela [a mãe] pagou fiança e foi liberada. Ela vai ser investigada por homicídio ou infanticídio também. Ela não justificou nada por ter feito isso. Ela diz que o bebê nasceu morto, mas isso vai ser investigado por um exame que foi feito”, explicou a delegada responsável.

 Ainda de acordo com a polícia, a mulher disse à delegada que tem outros dois filhos com o pai da criança, mas que os dois estão brigados há aproximadamente 7 meses.



 

(Metrópoles) www.jornalaguaslindas.com.br



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