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Estudante de direito foi espancado até a morte no DF

Imagens feitas por câmeras de segurança flagraram o momento em que João Victor Costa de Oliveira, 19 anos, é atacado por um grupo

Foto Reprodução João Víctor

Investigadores da 31ª Delegacia de Polícia (Planaltina) estão no encalço do último foragido suspeito de espancar até a morte o estudante de direito João Victor Costa de Oliveira, 19 anos, na madrugada de 5 de fevereiro, em Planaltina. Romário Alves Pereira é o homem apontado como o quarto envolvido no homicídio.

 

Nesta quinta-feira (18/2), o terceiro suspeito entregou-se à PCDF. Rodrigo Araújo Sousa, 32 anos, estava foragido desde o começo de fevereiro. Os outros envolvidos – Vitório Joaquim de Lima Costa, 30, e Douglas Ferreira Boucher – também se apresentaram à delegacia e seguem presos.

 

As imagens registradas por câmeras de segurança mostram a violência do ataque contra o estudante. Sem qualquer chance de se defender, ele é espancado pelo grupo com violência. O vídeo serviu de prova para o indiciamento do quarteto.

 

A corporação solicita que quem tiver informações sobre o suspeito entre em contato com a polícia. O sigilo é absoluto.

Disque-Denúncia: telefone 197 – ligação gratuita – 24 horas

João Victor foi morto na madrugada de 5 de fevereiro. De acordo com informações da corporação, o jovem foi espancado até a morte, após se desentender com dois homens que passavam de carro em frente a um bar, na Vila Buritis, em Planaltina.

Testemunhas relataram que os ocupantes do veículo gritaram de dentro do veículo para uma pessoa, e o estudante achou que teria sido xingado. Ele revidou com agressões verbais. Em seguida, os homens que estavam no automóvel voltaram com outros comparsas e agrediram fisicamente a vítima.

O quarteto usou um capacete de motociclista para golpear o jovem, que não resistiu aos ferimentos. O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) foi acionado, mas, quando chegou ao local, João Victor já estava morto.

 

O veículo dos envolvidos acabou apreendido. Após o crime, os suspeitos chegaram a ser ouvidos na delegacia, mas acabaram liberados por falta de provas.

 

(Metrópoles) www.jornalaguaslindas.com.br

 

 



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