Mãe encontrou hematomas no corpo do filho e suspeitou de agressões na creche. Família obteve vídeo das câmeras de monitoramento e denunciou caso à Polícia Civil.
A cuidadora de crianças que aparece em imagens de câmeras de vigilância jogando um menino de 3 anos no chão foi indiciada pelo crime de tortura. A mãe encontrou hematomas pelo corpo do filho, que já apresentava comportamento agressivo, e suspeitou de agressões na creche. Dias depois, a família obteve os vídeos e denunciou o caso à Polícia Civil (veja acima). Agressão foi divulgada no mês passado.
O delegado responsável pela investigação, Daniel Marcelino, concluiu o inquérito e acredita que os vídeos comprovam a autoria e materialidade para sustentar o processo criminal perante o Judiciário de Goiás.
"As imagens comprovam o crime [de tortura]. A família apresentou também laudos médicos de atendimento em razão dos fatos", afirma.
A cuidadora prestou dois depoimentos à polícia. No primeiro interrogatório, ela negou ser a pessoa que aparece nas imagens e a agressão. Segundo o delegado, ela alterou a versão no segundo depoimento e confessou ser a pessoa dos vídeos, mas negou a agressão contra a criança.
O vídeo mostra quando a mulher chega ao que parece um cercadinho ou berço. Ela ergue a criança e a joga ao chão. Depois, a mulher vira-se para a porta e parece falar com alguém, apontando para o menino. Por fim, o garoto se levanta e vai até a porta em que a cuidadora está.
Segundo o delegado, a cuidadora responderá o processo em liberdade. Ainda é necessário que o Ministério Público ofereça denúncia ao Judiciário.
Em relação à creche, o delegado informa que não foi apurado omissão relevante e que a diretora desconhecia qualquer ato de maus-tratos na instituição.
A cuidadora de crianças que aparece em imagens de câmeras de vigilância jogando um menino de 3 anos no chão foi indiciada pelo crime de tortura. A mãe encontrou hematomas pelo corpo do filho, que já apresentava comportamento agressivo, e suspeitou de agressões na creche. Dias depois, a família obteve os vídeos e denunciou o caso à Polícia Civil (veja acima). Agressão foi divulgada no mês passado.
O delegado responsável pela investigação, Daniel Marcelino, concluiu o inquérito e acredita que os vídeos comprovam a autoria e materialidade para sustentar o processo criminal perante o Judiciário de Goiás.
"As imagens comprovam o crime [de tortura]. A família apresentou também laudos médicos de atendimento em razão dos fatos", afirma.
A cuidadora prestou dois depoimentos à polícia. No primeiro interrogatório, ela negou ser a pessoa que aparece nas imagens e a agressão. Segundo o delegado, ela alterou a versão no segundo depoimento e confessou ser a pessoa dos vídeos, mas negou a agressão contra a criança.
O vídeo mostra quando a mulher chega ao que parece um cercadinho ou berço. Ela ergue a criança e a joga ao chão. Depois, a mulher vira-se para a porta e parece falar com alguém, apontando para o menino. Por fim, o garoto se levanta e vai até a porta em que a cuidadora está.
Segundo o delegado, a cuidadora responderá o processo em liberdade. Ainda é necessário que o Ministério Público ofereça denúncia ao Judiciário.
Em relação à creche, o delegado informa que não foi apurado omissão relevante e que a diretora desconhecia qualquer ato de maus-tratos na instituição.



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