SSP identificou a possibilidade de dispositivos, levados por advogados, serem usados para fazer ligações clandestinas de clientes
Subsecretaria do Sistema Penitenciário (Sesipe) proibiu a entrada de smartwatches no momento de visita aos internos do sistema. A medida foi tomada após o sistema de inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) identificar a possibilidade de advogados dos detentos viabilizarem aos clientes ligações clandestinas por meio desses dispositivos.
Investigações da Polícia Civil do DF revelaram a presença de três defensores que davam apoio ao Primeiro Comando da Capital (PCC), maior facção criminosa do país, que também está presente em Brasília. Dois desses profissionais foram alvo de mandados de busca e apreensão.
Na casa de um deles, os policiais encontraram documentos chamados de “cara-crachá”: folhas de inscrições contendo informações pessoais de membros do grupo.
A PCDF descobriu a existência de “casas de apoio” ao PCC e realizou uma série de pesquisa e sondagens de imóveis no Lago Sul, Lago Norte e Jardim Botânico.
“Estamos tendo problemas com alguns advogados. Recebemos a informação de que muitos cobram valores altos aos internos para entrar com smartwatches que fazem ligações e troca de mensagens”, aponta Adval Cardoso, titular da Subsecretaria do Sistema Penitenciário do DF (Sesipe)
“Tomamos a medida imediata de proibir a entrada desses dispositivos nas unidades prisionais e nossa inteligência está sendo empregada para que não se repita no DF problemas semelhantes de outros Estados”, ressalta.
Às informações são do Metrópoles
Subsecretaria do Sistema Penitenciário (Sesipe) proibiu a entrada de smartwatches no momento de visita aos internos do sistema. A medida foi tomada após o sistema de inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) identificar a possibilidade de advogados dos detentos viabilizarem aos clientes ligações clandestinas por meio desses dispositivos.
Investigações da Polícia Civil do DF revelaram a presença de três defensores que davam apoio ao Primeiro Comando da Capital (PCC), maior facção criminosa do país, que também está presente em Brasília. Dois desses profissionais foram alvo de mandados de busca e apreensão.
Na casa de um deles, os policiais encontraram documentos chamados de “cara-crachá”: folhas de inscrições contendo informações pessoais de membros do grupo.
A PCDF descobriu a existência de “casas de apoio” ao PCC e realizou uma série de pesquisa e sondagens de imóveis no Lago Sul, Lago Norte e Jardim Botânico.
“Estamos tendo problemas com alguns advogados. Recebemos a informação de que muitos cobram valores altos aos internos para entrar com smartwatches que fazem ligações e troca de mensagens”, aponta Adval Cardoso, titular da Subsecretaria do Sistema Penitenciário do DF (Sesipe)
“Tomamos a medida imediata de proibir a entrada desses dispositivos nas unidades prisionais e nossa inteligência está sendo empregada para que não se repita no DF problemas semelhantes de outros Estados”, ressalta.
Às informações são do Metrópoles



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