Na decisão consta que músicos não pagaram pessoas que investiram na carreira deles. Assessoria dos cantores diz que não tem conhecimento sobre a decisão.
A Justiça bloqueou 20% do valor arrecadado na bilheteria do show Resenha Surreal, na qual a dupla Cleber e Cauan se apresentou no domingo (26), em Goiânia. Na decisão consta que os músicos não pagaram pessoas que investiram na carreira deles. A assessoria de imprensa dos sertanejos disse que não tem conhecimento sobre a decisão.
Na sentença, assinada pela juíza Simone Monteiro, consta que duas pessoas investiram mais de R$ 1 milhão na carreira de Cleber e Cauan em 2015 e, desde então, “não viram um real sequer dos cantores”. Com isso, pediram o bloqueio de parte do valor arrecadado no evento.
A Justiça determinou que o bloqueio fosse de quantia em espécie e também referente às vendas nos cartões de crédito e débito de ingressos online e na bilheteria. O valor deverá ficar depositado em uma conta judicial.
Em nota, a assessoria da dupla Cleber e Cauan disse que desconhece o teor da ação movida. “Não há nenhuma condenação e julgamos estranho uma decisão dessas há 1 hora do evento”, diz a nota.
Com informações do G1
A Justiça bloqueou 20% do valor arrecadado na bilheteria do show Resenha Surreal, na qual a dupla Cleber e Cauan se apresentou no domingo (26), em Goiânia. Na decisão consta que os músicos não pagaram pessoas que investiram na carreira deles. A assessoria de imprensa dos sertanejos disse que não tem conhecimento sobre a decisão.
Na sentença, assinada pela juíza Simone Monteiro, consta que duas pessoas investiram mais de R$ 1 milhão na carreira de Cleber e Cauan em 2015 e, desde então, “não viram um real sequer dos cantores”. Com isso, pediram o bloqueio de parte do valor arrecadado no evento.
A Justiça determinou que o bloqueio fosse de quantia em espécie e também referente às vendas nos cartões de crédito e débito de ingressos online e na bilheteria. O valor deverá ficar depositado em uma conta judicial.
Em nota, a assessoria da dupla Cleber e Cauan disse que desconhece o teor da ação movida. “Não há nenhuma condenação e julgamos estranho uma decisão dessas há 1 hora do evento”, diz a nota.
Com informações do G1



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