Ex-governador de Goiás foi indiciado pela Polícia Federal por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Ele é suspeito de receber R$ 12 milhões de propina.
ex-governador de Goiás Marconi Perillo foi indiciado pela Polícia Federal e já saiu da prisão.
Marconi Perillo, do PSDB, deixou a Polícia Federal num carro branco no fim da tarde desta quinta-feira (11). Ele saiu um dia depois de ser preso. O habeas corpus foi concedido pelo Tribunal Regional Federal, em Brasília.
O desembargador Olindo Menezes argumentou que todas as suspeitas da polícia e do juiz podem e devem ser apuradas, mas isso não equivale a que os investigados sejam presos, sem culpa formada.
Perillo é suspeito de receber R$ 12 milhões de propina nas campanhas eleitorais de 2010 e 2014, em troca de favorecer interesses da Odebrecht no estado.
Apesar de ter sido solto, a Polícia Federal indiciou Marconi Perillo por três crimes: corrupção passiva, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
A partir desse indiciamento, agora cabe ao Ministério Público Federal em Goiás decidir se Perillo vai ser denunciado ou não.
No depoimento que prestou à PF, o ex-governador foi questionado sobre um pedido R$ 50 milhões que fez à Odebrecht, como revelou um ex-executivo do grupo, Fernando Reis, na Lava Jato.
“No elevador ele me disse: ‘Minha expectativa é de uma contribuição da Odebrecht da ordem de R$ 50 milhões’. Eu disse: governador, R$ 50 milhões é uma contribuição absolutamente inviável”.
Perillo declarou que “o pleito seria absurdo e descabido até porque a campanha estava orçada em R$ 30 milhões, o valor declarado à Justiça Eleitoral”.
Logo depois de sair da prisão, Marconi Perillo foi a uma igreja.
O que dizem os citados
A defesa de Marconi Perillo declarou que a Polícia Federal deveria ter ouvido o ex-governador antes de indiciá-lo; que o indiciamento já estava pronto, enquanto ele era interrogado; e que provará a licitude de todos os atos de Perillo.
ex-governador de Goiás Marconi Perillo foi indiciado pela Polícia Federal e já saiu da prisão.Marconi Perillo, do PSDB, deixou a Polícia Federal num carro branco no fim da tarde desta quinta-feira (11). Ele saiu um dia depois de ser preso. O habeas corpus foi concedido pelo Tribunal Regional Federal, em Brasília.
O desembargador Olindo Menezes argumentou que todas as suspeitas da polícia e do juiz podem e devem ser apuradas, mas isso não equivale a que os investigados sejam presos, sem culpa formada.
Perillo é suspeito de receber R$ 12 milhões de propina nas campanhas eleitorais de 2010 e 2014, em troca de favorecer interesses da Odebrecht no estado.
Apesar de ter sido solto, a Polícia Federal indiciou Marconi Perillo por três crimes: corrupção passiva, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
A partir desse indiciamento, agora cabe ao Ministério Público Federal em Goiás decidir se Perillo vai ser denunciado ou não.
No depoimento que prestou à PF, o ex-governador foi questionado sobre um pedido R$ 50 milhões que fez à Odebrecht, como revelou um ex-executivo do grupo, Fernando Reis, na Lava Jato.
“No elevador ele me disse: ‘Minha expectativa é de uma contribuição da Odebrecht da ordem de R$ 50 milhões’. Eu disse: governador, R$ 50 milhões é uma contribuição absolutamente inviável”.Perillo declarou que “o pleito seria absurdo e descabido até porque a campanha estava orçada em R$ 30 milhões, o valor declarado à Justiça Eleitoral”.
Logo depois de sair da prisão, Marconi Perillo foi a uma igreja.
O que dizem os citados
A defesa de Marconi Perillo declarou que a Polícia Federal deveria ter ouvido o ex-governador antes de indiciá-lo; que o indiciamento já estava pronto, enquanto ele era interrogado; e que provará a licitude de todos os atos de Perillo.



Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.