O
líder norte-coreano, Kim Jong-un, prometeu converter a Coreia do Norte na
“maior potência nuclear do mundo”, informou nesta quarta-feira (13/12) a
agência oficial norte-coreana KCNA.
Em discurso a trabalhadores do programa balístico,
Kim declarou que seu país “avançará vitoriosamente e se converterá na
maior potência nuclear e militar do mundo”, segundo a KCNA.
No dia 28 de novembro, Pyongyang lançou um míssil
balístico intercontinental (ICBM) capaz de atingir o território continental dos
Estados Unidos, segundo especialistas.
Nesta terça (12), o secretário de Estado dos Estados Unidos, Rex
Tillerson, ressaltou que a Coreia do Norte é a ameaça mais “imediata” para
o país e afirmou que pretende recorrer à diplomacia para resolver as
divergências com o regime de Kim Jong-un “até que caia a primeira bomba”.
“Continuarei as discussões diplomáticas com a Coreia do Norte com a
esperança de sucesso até que caia a primeira bomba. Um momento no qual tenho
certeza que o secretário (de Defesa) James Mattis terá êxito”, afirmou
Tillerson em uma conferência sobre as relações entre EUA e Coreia do Sul no
centro de estudos Atlantic Council.
“Precisamos que a Coreia do Norte se sente para conversar. Estamos
dispostos a conversar sempre que eles queiram dialogar, mas eles têm que sentar
à mesa (de negociação)”, indicou Tillerson.
O chefe da diplomacia americana afirmou que a Casa Branca deixou para
trás a política de “paciência estratégica” e agora entrou em uma era dominada
pela “responsabilidade estratégica”.
A Coreia do Sul e os Estados Unidos realizaram na última sexta
(8) um exercício aéreo de grande escala, que representam uma nova exibição
de força para a Coreia do Norte.
A manobra militar foi uma resposta ao lançamento de um míssil feito pelo
regime de Kim Jong-un no final de novembro.
(Metrópoles/Foto: Washinton
Post/redação JAL)



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