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| foto: Kléber Lima |
A reivindicação é a mesma: o
depósito de 40% relativo ao adiantamento do salário de maio e o auxílio
alimentação dos rodoviários. Não há previsão para normalização do serviço. A reivindicação é a mesma: o
depósito de 40% relativo ao adiantamento do salário de maio e o auxílio
alimentação dos rodoviários. Não há previsão para normalização do serviço.
O brasiliense enfrenta a segunda
greve de ônibus em menos de cinco dias. Veículos de quatro das cinco empresas
que contemplam o transporte público do Distrito Federal não saíram das garagens
na manhã desta quanta-feira.
As regiões
afetadas serão Samambaia, Recanto das Emas, Ceilândia, Gama, Núcleo
Bandeirante, Santa Maria, São Sebastião, Paranoá e Riacho Fundo I e II,
atendidas pelas empresas Marechal, Urbi, São José e Pioneira. A Piracicabana
fez um empréstimo, pagou os funcionários e não participa do movimento.
De acordo com o Sindicato dos
Rodoviários, a greve ocorre por tempo indeterminado. A entidade confirma que a
primeira parte do acordo, que previa liberação de cestas básicas, foi cumprida
na segunda-feira, mas, diante da ausência do pagamento do benefício, a
categoria manterá braços cruzados.
Sem
ônibus nas ruas, o brasiliense lida com alternativas para manter os
compromissos do dia. Com exceção da faixa exclusiva do BRT, todas as outras
estão liberadas para o trânsito de veículos comuns. Isso não é suficiente para
reduzir o impacto nas vias e rodovias do DF. O Metrô segue funcionando
normalmente, sem alteração na escala ou no número de trens.
Procurada,
a Secretaria de Mobilidade ainda não respondeu sobre a responsabilidade da
greve, as previsões de pagamento e as estratégias para garantir o transporte
dos Brasilienses.
(JBr)



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