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Prescreve acusação contra o ex-governador Joaquim Roriz

Operação Aquarela realizada há quase 10 anos, teve suspensa acusações contra o ex-governador Joaquim Roriz, contra o ex-presidente do BRB Tarcísio Franklim de Moura  e contra o doleiro Georges Fouad Kammoun, por prescrição de prazo, levando em consideração, legalmente, a idade de cada um.
O Grupo de Atuação Especial do Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que organizou e realizou a Operação Aquarela, encaminhou denúncia em 10 de junho de 2011, mas o mérito nunca foi analisado. É previsto no artigo 288 do Código Penal, que o crime de formação de quadrilha estabeleça penas de um a três anos de reclusão.
Na ocasião a Operação Aquarela identificou um esquema de desvios de recursos do BRB por meio de contratos intermediados pela Asbace (Associação Brasileira de Bancos Estaduais). Apesar de a ação penal seguir contra mais 19 indiciados, o pedido de reconhecimento da prescrição foi feito pelo próprio Ministério Público do DF.
A juíza Ana Cláudia Loiola de Morais Mendes, da 1ª Vara Criminal do DF, baseada no Código de Processo Penal, seguiu a orientação legal de reduzir pela metade os prazos de prescrição, quando o denunciado tem mais de 70 anos, beneficiando os réus citados.
(redação JAL)

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