Este Blog apurou que já existem quatro vias
políticas em construção no Distrito Federal com vistas às eleições de 2018.·.
O governador Rodrigo Rollemberg já escolheu seus parceiros que já
estão muito bem agasalhados no governo. São eles: PSB,
PV, PDT e REDE. Aqui, o candidato ao GDF é Rollemberg, que disputará a
reeleição. Para o Senado: Chico Leite.
Num segundo bloco, existe o grupo liderado pelo delegado aposentado e
suplente de deputado federal, Alírio Neto, que preside o PTB-DF. Nesta via
estão (mesmo que publicamente declarem não estar juntos): PMDB,
PP, PR, DEM e PTB. Aqui, o candidato ao GDF é Alírio. Para o Senado, os
campeões de votos, Fraga e Jofran Frejat, que estão sendo sondados.
Na terceira via, estão conversando: PSD,
PPS, PRB, PSC e PSDC – Aqui o candidato ao GDF é Wanderley Tavares
(PRB). Para o Senado, as apostas são Rogério Rosso e Cristovam Buarque.
E na quarta via, está o PSDB. Aqui, o candidato
ao GDF é Izalci Lucas. Ele
conversa com outros partidos e sonha com Fraga para o Senado.
E por último, os partidos que estão conversando com os demais: PODEMOS,
SD, PEN, PROS, PTC, PHS, PRP, PTdoB, PCdoB e PT.
Pontos à serem considerados:
·
Como se vê, Rollemberg ficará isolado
em 2018. Dificilmente conseguirá passar para o segundo turno das eleições, à
exemplo do que ocorreu com Agnelo Queiroz (PT).
·
O senador Helio José (PMDB) é candidato
ao Senado, mas como você viu acima, ele ainda não conseguiu se firmar em nenhum
grupo que o abrace, mas ainda há tempo. O homem tem trabalhado muito nas ruas e
nos bastidores.
·
Tadeu Filippelli, o mandatário do
PMDB-DF, diante das citações de seu nome em delações na Lava Jato, caiu em
desgraça e dificilmente seguirá adiante com o projeto de tentar uma candidatura
ao Buriti. Suas chances acabaram, diante das graves denúncias contra ele e
Agnelo.
·
Wanderley Tavares, presidente do PRB
no Distrito Federal, sonha se tornar no “Dória do Cerrado”. O grande trunfo
dele é o apoio da Universal e o fato de ser irmão do pastor Egmar (Assembleia
de Deus do Gama), que nunca venceu disputa para distrital ou federal.
·
Alírio Neto (PTB), presidente da
sigla no DF, tem a menor rejeição entre os demais postulantes ao Buriti e não
tem o nome envolvido em denúncias ou processos no STF. É ficha limpa.
·
Existe um acordo nacional entre
o PSB e o PSDB que visa as eleições de 2018. Tal fato pode atrapalhar os planos
do deputado federal e presidente do PSDB-DF, Izalci Lucas, que está a mil por
hora de olho no Palácio do Buriti.
·
Sem votos na esquerda que o elegeu
senador por um bom tempo, Cristovam Buarque vive agora angustiado, e procura
ser amparado (somente agora) pelos evangélicos. Talvez vire até crente para
poder se reeleger. Agora ele se apresenta aos partidos de linha evangélica,
como o primeiro voto para o Senado. Segundo avaliações de analistas políticos
ouvidos pelo Blog, Cristovam perde a vaga para Fraga ou Frejat nas próximas
eleições.
·
Agnelo Queiroz e Geraldo Magela,
ambos do PT, estão na Lava Jato e portanto, o desgaste já está feito, porque o
eleitor está atento e não quer mais reeleger políticos envolvidos em denúncia
de corrupção.
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Denúncias atingiram em cheio a única
representante do SOLIDARIEDADE na Câmara Legislativa do DF. Sandra Faraj (SD),
que sonhava se candidatar a deputada federal, corre o sério risco de ser
cassada. O presidente do SD, deputado Augusto Carvalho, também é alvo de
processos e está bastante desgastado e tem pouco voto. Até o advogado ligado ao
SD, Tiago Cedraz, teve o nome envolvido na Lava Jato, além do deputado Paulinho
da Força, presidente nacional do SOLIDARIEDADE.
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No PPS do senador Cristovam Buarque,
existem dois deputados distritais que se tornaram réus por corrupção: Raimundo
Ribeiro e Celina Leão.
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Em tempos de graves denúncias na Lava
Jato, PMDB, PT e PP estão em baixa com o eleitor.
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O empresário Paulo Octávio é o
queridinho do setor empresarial para disputar uma vaga de deputado federal. Ele
é filiado ao PP.
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Sem partido, a empresária Eliana
Pedrosa deseja voltar à CLDF.
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Ao menos cinco donos de empresas
prestadoras de serviços disputarão a CLDF para se juntarem à Robério Negreiros,
Rafael Prudente e Cristiano Araújo.
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Segundo especialistas, a renovação na
Câmara Legislativa será de 80%.
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Única representante do PT na Câmara
dos Deputados, Érika Kokay corre o risco de perder a reeleição.
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Daniel de Castro, pastor e advogado,
está bem cotado para ser vice-governador na chapa de Izalci ou Alírio. Só
depende dele.
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O pastor e deputado federal Ronaldo
Fonseca (PROS) sonha se tornar vice-governador ou senador, mas perdeu
expressivos apoios nos últimos anos, principalmente no seguimento evangélico.
·
O Apóstolo Fadi Faraj já não pensa
mais com tanto entusiasmo disputar uma vaga ao Senado, após as denúncias
que atingiram em cheio sua irmã, Sandra Faraj, que também é pastora na igreja
Ministério da Fé.
·
O grupo Resgatar Brasília, que reúne
aproximadamente 200 pré-candidatos a deputado distrital, é o sonho de consumo
dos principais candidatos ao Buriti. O experiente Zenóbio Rocha é quem conduz o
grupo, e tem conversado muito nos últimos meses.
·
O senador Antonio Reguffe (sem
partido) quer distância de problemas e tem dito a interlocutores que não será
candidato a nenhum cargo em 2018 e dificilmente apoiará alguém. Ele permanecerá
senador até 2022. Não tem pressa.
·
Em resumo: o eleitor brasiliense está
atento e a renovação na política do DF será ampla, geral e irrestrita.
Não se esqueça, nobre seguidor do blog, que na política tudo pode mudar
de uma hora para outra. O adversário de ontem poderá ser o companheiro amanhã. As
peças no xadrez político brasiliense prometem fortes emoções nos próximos
meses, com algumas jogadas sensacionais, outras estranhas e bizarras.
Fonte: Donny Silva



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