O Sindicato dos Agentes de Atividades Penitenciárias (Sindpen) informou, por meio de nota, que vai paralisar as suas atividades a partir desta sexta-feira (11). Visitas aos detentos, escoltas judiciais e atendimentos a advogados e oficiais de justiça estão suspensos. Os agentes reivindicam contratação de 500 servidores e pagamento da última parcela do reajuste salarial.
O reajuste, de 17,5%, deveria ter sido quitada em setembro de 2015, mas foi adiado pelo governo do DF por tempo indeterminado. O Sindpen informou também que a paralisação não interfere nas atividades internas do sistema prisional, como segurança nas unidades e serviços médicos, alimentação, inquéritos disciplinares, assistência social e ensino.
No dia 2 de novembro, os agentes penitenciários decidiram, em assembleia, suspender a greve até a última quinta (10), pois o GDF havia se comprometido a entregar um laudo de perícia feita nas unidades prisionais verificando o grau de insalubridade. Porém, segundo o Sindicato, a perícia não verificou a existência de presos portadores de doenças infecto contagiosas no Departamento de Operações Especiais (DPOE).
Para o presidente do Sindpen-DF este quesito é um balizador importante pois caracteriza o recebimento de insalubridade em grau máximo para a categoria , “ Este pedido tem base em uma recomendação feita pelo Ministério Público do Trabalho no ano de 2003 após inspecionar todas as unidades prisionais e assim recomendar ao GDF que pague a categoria a insalubridade em grau máximo sob pena de improbidade administrativa “ Afirma Leandro Allan.
O reajuste, de 17,5%, deveria ter sido quitada em setembro de 2015, mas foi adiado pelo governo do DF por tempo indeterminado. O Sindpen informou também que a paralisação não interfere nas atividades internas do sistema prisional, como segurança nas unidades e serviços médicos, alimentação, inquéritos disciplinares, assistência social e ensino.
No dia 2 de novembro, os agentes penitenciários decidiram, em assembleia, suspender a greve até a última quinta (10), pois o GDF havia se comprometido a entregar um laudo de perícia feita nas unidades prisionais verificando o grau de insalubridade. Porém, segundo o Sindicato, a perícia não verificou a existência de presos portadores de doenças infecto contagiosas no Departamento de Operações Especiais (DPOE).
Para o presidente do Sindpen-DF este quesito é um balizador importante pois caracteriza o recebimento de insalubridade em grau máximo para a categoria , “ Este pedido tem base em uma recomendação feita pelo Ministério Público do Trabalho no ano de 2003 após inspecionar todas as unidades prisionais e assim recomendar ao GDF que pague a categoria a insalubridade em grau máximo sob pena de improbidade administrativa “ Afirma Leandro Allan.
Fonte: Jornal de Brasília



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