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Polícia Civil do DF cumpriu 10 mandados de prisão preventiva e 16 de busca e
apreensão em Águas Claras, Ceilândia e Brazlândia, além de cidades do Entorno
do DF e de Goiás como Águas Lindas, Luziânia, Padre Bernardo. A quadrilha
furtava veículos e falsificavam chassi e modificavam a documentação
Da redação do JAL
A Polícia Civil do Distrito Federal, por intermédio
da Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos (DRFV) deflagrou, nesta
quinta-feira (14), a Operação Grajaú que resultou na prisão de oito pessoas e
no cumprimento a 16 mandados de busca e apreensão. A ação foi realizada em
Brazlândia, Ceilândia, Águas Claras, Anápolis/GO, Luziânia/GO, Padre
Bernardo/GO e Águas Lindas de Goiás.
Na Operação Grajaú, sete pessoas desta organização
criminosa foram presas em cumprimento a mandados de prisão preventiva:
J.C.P.G., 28 anos; H.C.S., 42; D.S.S., 29; J.C.S., 28; L.G.S., 42; R.R.C., 27;
e L.B.S., 22. Três criminosos encontram-se foragidos. Dez caminhões foram
recuperados e devolvidos aos proprietários. Além disso, um homem foi preso em
flagrante durante a ação policial, pois estava de posse de dois revólveres.
De acordo com a PCDF trata-se de repressão a um
grupo criminoso especializado em furtos de veículos, adulteração de sinais
identificadores, falsificação de documentação veicular e venda dos veículos,
especialmente de grande porte.
“Caminhões,
guinchos e tratores eram objeto de clonagem e comercialização junto a receptadores
específicos, inclusive a destinatários de outras unidades da federação, como
cidades do Estado do Maranhão, Pará, da Bahia, de Goiás e Minas Gerais. Eles
agiam rotineiramente no Distrito Federal há pouco mais de um ano”, destacou o
delegado-chefe da DRFV, Marco Aurélio Vergílio.
As investigações duraram 12 meses. “O grupo
executava as ações geralmente no horário noturno, transportando na mesma noite
o veículo até o receptador que encomendara o bem. Em outras ocasiões, ocultavam
os caminhões em um determinado lote e também em via pública. Esses veículos
subtraídos eram negociados por valor de R$ 20 a R$ 30 mil”, explicou o delegado
da DRFV. As subtrações dos veículos se concentravam nas cidades de Ceilândia,
Taguatinga, Samambaia, Brazlândia, Valparaíso de Goiás/GO, Luziânia/GO e Santo
Antônio do Descoberto/GO.


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