De acordo com Atlas da Violência 2016, divulgado nesta terça-feira (22/3) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), estado registrou queda de 5,7% neste indicador por 100 mil habitantes.
O estado de Goiás reduziu em 5,7% a taxa de homicídios a cada 100 mil habitantes, segundo melhor desempenho no país, ficando no grupo dos nove estados que alcançaram redução no período de 2013 e 2014.
Em números absolutos de homicídios, Goiás ficou entre os sete estados que conseguiram reduzir as taxas, registrando queda de 4,5% dos casos.
Esses números foram divulgados nesta terça-feira (22/3), no Atlas da Violência 2016, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Os dados são ainda preliminares.
O documento, dividido em oito seções, faz uma análise das evoluções do número de homicídios em todo o país em três períodos distintos, de 2004 a 2014, de 2011 a 2014 e de 2013 a 2014. Em todo o Brasil, o número de homicídios foi de 59.627 em 2014, ano em que a taxa por 100 mil habitantes ficou em 29,1%. É o maior número já registrado ao longo da década e corresponde a 10% de todos os homicídios do mundo, tornando-se o pais com o maior número absoluto de homicídios. De acordo com o IPEA, trata-se de uma tragédia que traz sérias implicações na saúde, na dinâmica demográfica e, por conseguinte, no processo e desenvolvimento econômico e social do país.
As análises trazem ainda especificidades em relação a estimativas de taxas de homicídios em 558 microrregiões brasileiras, as mortes produzidas por intervenção legal, homicídios contra jovens, negros e mulheres, a relação dos homicídios com armas de fogo e, ainda, um exercício para dimensionar o número de homicídios que se teria sem o Estatuto do Desarmamento. O Atlas da Violência 2016 é disponibilizado anualmente pelo IPEA a toda a sociedade.
Além da redução da taxa de homicídios por grupo de 100 mil habitantes e também em números absolutos de 2013 para 2014, o estado de Goiás registrou uma redução de 3% no número de homicídios por faixa etária de 15 a 29 anos, ficando no grupo de nove estados que conseguiram reduzir esse indicador.
Todos as demais unidades da Federação registraram aumento nessa taxa. Em grupo de 100 mil habitantes, a redução na taxa de homicídios na faixa etária de 15 a 29 anos foi de 3,4 %.
Goiás registrou, ainda, redução na taxa de homicídios de homens na mesma faixa etária de 15 a 29 anos em R$ 4,3%, ficando no grupo de oito estados que conseguiram reduzir esse indicador.
A redução foi de 6,2% na taxa de homicídios de negros por 100 mil habitantes, ficando no grupo dos sete estados que conseguiram redução deste indicador.
Na relação entre a taxa de homicídios de negros e não negros, Goiás reduziu em 7,9% a taxa de homicídios, ficando entre os doze estados com redução nesses números.
A taxa de homicídios de mulheres teve um aumento de 5,9%, deixando o estado em 10º lugar em números absolutos e em 11º lugar com a taxa de aumento de 4,5% por grupo de 100 mil habitantes. Só treze estados conseguiram reduzir as taxas de homicídios de mulheres.
Na relação entre homicídios e armas de fogo, o estado de Goiás registrou uma redução de 5,9%, ficando no grupo de cinco estados que conseguiram essa redução em números absolutos.
A taxa por grupo de 100 mil habitantes sofreu uma redução de 2% no estado, que ficou entre os treze que conseguiram reduzir esse indicador. Esse índice se deve, principalmente, à adoção do bônus a policiais civis e militares por apreensão de armas de fogo.
Entre os anos de 2009 e 2014, Goiás apresentou redução de 59,6% no número de mortes por causa indeterminada, ficando no grupo de quatorze estados que conseguiram redução deste indicador. A taxa por grupo de 100 mil habitantes sofreu redução de 63,3%, o que coloca o estado entre os quinze que conseguiram reduzir esse indicador. A redução desses números pode indicar que no mesmo período a Segurança Pública do estado conseguiu identificar um número maior de mortes causadas por homicídios
Em números absolutos de homicídios, Goiás ficou entre os sete estados que conseguiram reduzir as taxas, registrando queda de 4,5% dos casos.
Esses números foram divulgados nesta terça-feira (22/3), no Atlas da Violência 2016, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Os dados são ainda preliminares.
O documento, dividido em oito seções, faz uma análise das evoluções do número de homicídios em todo o país em três períodos distintos, de 2004 a 2014, de 2011 a 2014 e de 2013 a 2014. Em todo o Brasil, o número de homicídios foi de 59.627 em 2014, ano em que a taxa por 100 mil habitantes ficou em 29,1%. É o maior número já registrado ao longo da década e corresponde a 10% de todos os homicídios do mundo, tornando-se o pais com o maior número absoluto de homicídios. De acordo com o IPEA, trata-se de uma tragédia que traz sérias implicações na saúde, na dinâmica demográfica e, por conseguinte, no processo e desenvolvimento econômico e social do país.
As análises trazem ainda especificidades em relação a estimativas de taxas de homicídios em 558 microrregiões brasileiras, as mortes produzidas por intervenção legal, homicídios contra jovens, negros e mulheres, a relação dos homicídios com armas de fogo e, ainda, um exercício para dimensionar o número de homicídios que se teria sem o Estatuto do Desarmamento. O Atlas da Violência 2016 é disponibilizado anualmente pelo IPEA a toda a sociedade.
Além da redução da taxa de homicídios por grupo de 100 mil habitantes e também em números absolutos de 2013 para 2014, o estado de Goiás registrou uma redução de 3% no número de homicídios por faixa etária de 15 a 29 anos, ficando no grupo de nove estados que conseguiram reduzir esse indicador.
Todos as demais unidades da Federação registraram aumento nessa taxa. Em grupo de 100 mil habitantes, a redução na taxa de homicídios na faixa etária de 15 a 29 anos foi de 3,4 %.
Goiás registrou, ainda, redução na taxa de homicídios de homens na mesma faixa etária de 15 a 29 anos em R$ 4,3%, ficando no grupo de oito estados que conseguiram reduzir esse indicador.
A redução foi de 6,2% na taxa de homicídios de negros por 100 mil habitantes, ficando no grupo dos sete estados que conseguiram redução deste indicador.
Na relação entre a taxa de homicídios de negros e não negros, Goiás reduziu em 7,9% a taxa de homicídios, ficando entre os doze estados com redução nesses números.
A taxa de homicídios de mulheres teve um aumento de 5,9%, deixando o estado em 10º lugar em números absolutos e em 11º lugar com a taxa de aumento de 4,5% por grupo de 100 mil habitantes. Só treze estados conseguiram reduzir as taxas de homicídios de mulheres.
Na relação entre homicídios e armas de fogo, o estado de Goiás registrou uma redução de 5,9%, ficando no grupo de cinco estados que conseguiram essa redução em números absolutos.
A taxa por grupo de 100 mil habitantes sofreu uma redução de 2% no estado, que ficou entre os treze que conseguiram reduzir esse indicador. Esse índice se deve, principalmente, à adoção do bônus a policiais civis e militares por apreensão de armas de fogo.
Entre os anos de 2009 e 2014, Goiás apresentou redução de 59,6% no número de mortes por causa indeterminada, ficando no grupo de quatorze estados que conseguiram redução deste indicador. A taxa por grupo de 100 mil habitantes sofreu redução de 63,3%, o que coloca o estado entre os quinze que conseguiram reduzir esse indicador. A redução desses números pode indicar que no mesmo período a Segurança Pública do estado conseguiu identificar um número maior de mortes causadas por homicídios
Fonte: emaisgoias.com.br



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