postado por valdivino de oliveira
Pela segunda vez em menos de um mês, manifestantes fecham a BR 040 com o objetivo de cobrar da ANTT, soluções definitivas acerca do transporte publico na região do entorno, sem soluções palpáveis e promessas de melhoria os usuários do serviço de transporte cansaram de esperar e fecharam novamente a BR 040.
Segundo a Polícia Militar, motoristas e cobradores fazem manifestação no Novo Gama, enquanto passageiros bloqueiam rodovia, em Valparaíso
Motoristas e cobradores da Viação Anapolina cruzaram os braços nesta manhã de terça-feira (8/4). Os trabalhadores fecharam a GO-520, no Novo Gama, para exigir o pagamento de salários atrasados. Sem ônibus, a manifestação dos rodoviários também provocou um protesto de passageiros do Entorno na BR-040, altura de Valparaíso (GO).
Em Valparaíso, os manifestantes bloquearam com pneus os dois sentidos da BR-040, na altura do Shopping e da passarela da cidade. Motoristas que passam pelo local devem ter muita paciência, pois o congestionamento está pior do que o de costume.
De acordo com a Polícia Militar, mais cedo, outro grupo fechou a BR-040 na altura do Jardim Ingá. O bloqueio, contudo, foi desfeito pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). Sem coletivos circulando, moradores das cidades do Entorno começam a tumultuar as paradas e a reclamar da falta de transporte na região.
Informações preliminares apontam que a manifestação eclodiu principalmente depois que aViação Capital (Viacap), que havia sido escolhida pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para operar as linhas de ônibus das duas cidades de forma emergencial, desistiu de prestar o serviço.
A empresa alegou que o prazo para a exploração, de um ano e dois meses, seria curto e que isso não compensaria o investimento. O edital emergencial da ANTT previa que os ônibus teriam que ter, no máximo, cinco anos de uso e que as empresas vencedoras do certame deveriam atuar em conjunto com a Viação Anapolina.
Temos uma situação recorrente no entorno, preocupante e visivelmente sem previsão de solução, nos resta perguntar até quando a Agência Nacional de Transporte terrestre e o Ministério dos Transportes permitirão que empresas circulem precariamente na região, O povo por sua vez é quem paga o preço mais alto pela inoperância dos órgãos fiscalizadores.


Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.